3 dicas para encontrar bolsas de estudo para graduação

Não há mais motivos para adiar o sonho do diploma de nível superior. Para quem não tem tempo durante a semana, existem os cursos na modalidade EaD, que permitem aos alunos assistirem às aulas e fazerem os exercícios quando tiverem disponibilidade, mesmo aos fins de semana ou em horários alternativos. Já se a grana está curta, é possível buscar bolsas de estudo para graduação ou mesmo optar pelos financiamentos. Assim, o foco deste post é apresentar alternativas de bolsas disponibilizadas pelas universidades.

Reunimos aqui informações sobre dois programas do governo federal, o ProUni e o Fies. E se você não se encaixa nos requisitos para ter acesso a esses benefícios, fique tranquilo: as próprias instituições de ensino têm bolsas para quem não pode pagar pelas mensalidades na íntegra. Confira!

Como conseguir bolsas de estudo para graduação?

Você quer fazer um curso superior, mas deseja ter o incentivo dado pelas bolsas de estudo para graduação? Você está certo! Afinal, por que pagar mais se você pode fazer uma faculdade com uma mensalidade que cabe no seu bolso e que não compromete suas finanças, não é mesmo?

Se você está buscando oportunidades de bolsas de estudo para graduação, confira agora três dicas matadoras que poderão ajudá-lo a conquistar sua oportunidade:

1. Verifique as instituições de ensino que trabalham com ProUni

A sigla ProUni significa Programa Universidade para Todos. Ele foi criado em 2004 pelo governo federal e oferece bolsas parciais ou integrais para quem ainda não tem diploma de ensino superior. O ProUni é válido nas instituições de ensino participantes e para cursos presenciais que tenham conceito igual ou maior a três no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).

Para conseguir uma bolsa de estudo para graduação do ProUni, é necessário que o estudante tenha feito as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) na edição do ano anterior. O benefício integral é concedido aos acadêmicos que têm renda per capita de até um salário mínimo e meio; para receber o benefício parcial, essa renda deve ser de, no máximo, três salários.

Outro requisito é que o estudante tenha cursado todo o ensino médio em escola pública ou em colégio privado com bolsa integral da instituição ou, ainda, que tenha feito o ensino médio parcialmente em escola pública e parcialmente em escola privada com bolsa integral.

Também possuem direito ao ProUni as pessoas com deficiência e os professores da rede pública de ensino básico que estão em exercício e integram o quadro permanente da instituição — neste último caso, eles devem concorrer a uma vaga nos cursos de licenciatura, normal superior ou pedagogia, e a renda familiar por pessoa não é considerada.

2. Procure universidades que oferecem as próprias bolsas de estudo para graduação

Se você não se enquadra nas condições exigidas para ser beneficiário do ProUni, não desanime. Algumas universidades oferecem outras bolsas de estudo para graduação, como é o caso da Estácio. Além do ProUni, a maior instituição de ensino superior do País conta ainda com as seguintes oportunidades, que podem variar de acordo com os câmpus, cursos e modalidades de ensino:

  • Vestibular: a primeira vantagem do Vestibular da Estácio é que as inscrições são gratuitas. Ao ser aprovado, o candidato ainda pode ganhar bolsas de estudo de até 30%.
  • Transferência externa: quando o aluno transfere o seu curso de outra instituição de ensino para a Estácio, ele pode receber até 50% de bolsa. Mas fique ligado: isso não é válido para transferências entre instituições do Grupo Estácio.
  • Segunda graduação: caso o estudante já tenha um diploma de ensino superior, ele não precisa fazer vestibular para se matricular nos cursos de graduação da Estácio e conta com isenção de até 40% nas mensalidades. Os créditos da antiga formação são aproveitados ao máximo.

3. Saiba se você se encaixa no Fies

O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) não é exatamente uma bolsa de estudo para graduação, mas também possibilita o acesso de muitos estudantes à educação superior. Ele foi criado em 1999 e reformulado recentemente, sendo conhecido agora como Novo Fies.

O programa oferece dois tipos de financiamento. A primeira é a modalidade Fies, que continua sendo para estudantes com renda per capita de no máximo três salários mínimos, com taxa zero de juro.

No Fies, o percentual do valor do curso a ser financiado irá variar de acordo com a renda do acadêmico e do encargo educacional que a instituição de ensino superior cobra. Já no P-Fies, segunda modalidade oferecida, é preciso ter renda familiar mensal de três a cinco salários mínimos por pessoa. Optando por essa modalidade a taxa efetiva de juros a ser cobrada irá variar de acordo com o banco.

As inscrições para o Fies abrem no início de cada semestre letivo, no portal fies.mec.gov.br. Para se cadastrar é necessário ter participado de alguma edição do Enem a partir de 2010 e ter alcançado uma pontuação mínima de 450, com nota acima de zero na redação. O candidato pode ser graduado ou não graduado.

Agora que você já sabe como conseguir a sua bolsa de estudo para graduação, não perca tempo! Acesse o nosso blog e fique por dentro das principais novidades sobre os diferentes cursos, processos seletivos e mercado de trabalho. Esperamos a sua leitura!

 

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