A formação universitária não prepara profissionais apenas para atuarem no mercado de trabalho. Aqueles interessados em seguir uma carreira acadêmica, encontram na graduação, através de projetos de Iniciação Científica, uma excelente preparação profissional. Ou seja, há sim vantagens interessantes na carreira para quem pretende seguir com pesquisas na área científica.

Se você tem interesse em atuar no desenvolvimento de pesquisas ou como professor universitário, deve considerar participar de uma Iniciação Científica durante a graduação. Em outras palavras, é um excelente caminho para se preparar e se capacitar para ingressar na área.

Nos cursos da Estácio, além da infraestrutura de ponta, por exemplo, a Iniciação Científica por parte dos alunos é muito valorizada.

Neste post, você vai entender melhor o que é a Iniciação Científica, como é o seu funcionamento, seus objetivos  e quais os principais benefícios que ela traz para os alunos que ingressam nesse tipo de projeto.

Vamos lá?

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Iniciação Científica: o que é

A Iniciação Científica é um processo de aprendizagem sobre a prática da ciência durante a graduação. Esse programa é o primeiro contato que o aluno tem com a pesquisa acadêmica, que lhe proporciona uma experiência concreta de aprendizagem e construção de conhecimento científico.

Tudo isso orientado por um professor pesquisador experiente da graduação, que irá acompanhá-lo no planejamento, execução e apresentação do estudo científico.

Um projeto de iniciação científica é elaborado a partir do estudo aprofundado de um tema de qualquer área de conhecimento escolhido pelo aluno. 

Esse tipo de projeto costuma ter  duração aproximada de um ano,e possui duas fases: os primeiros seis meses, quando o aluno entrega um relatório parcial e ao final de 12 meses, quando um relatório completo do estudo é apresentado.

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Como funciona a Iniciação Científica

A Iniciação Científica pode ser feita tanto em universidade públicas quanto privadas. Mas para isso, essas universidades devem possuir centros de pesquisas que disponibilizam o ingresso dos alunos nesses programas através de processos seletivos.

Esses programas podem ser de dois tipos: os remunerados, que oferecem pagamentos ou descontos em mensalidades, e os voluntários. 

Além disso, o aluno pesquisador pode vincular seu projeto de Iniciação Científica a instituições de incentivo à pesquisa, tais como:

  • Capes – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior;
  • CNPq – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico;
  • Fapesp – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.

Para isso, o aluno precisa submeter seu projeto a um processo de seleção nessas instituições para que possa concorrer a uma bolsa auxílio.

Isso significa que para ser aceito em um programa de Iniciação Científica esse aluno precisa ter boas médias e uma boa relação com os docentes.

Afinal de contas, são os professores que ajudarão a identificar os candidatos com as características ideias para participar dos projetos, tais como: compromisso, inteligência, organização e dedicação.

Quando é feito o projeto de Iniciação Científica?

O projeto de Iniciação Científica é desenvolvido fora do horário dedicado às aulas que compõem a grade curricular da graduação. Ou seja, é uma atividade complementar. Sendo assim, mesmo fazendo a Iniciação Científica, o aluno precisa cumprir as disciplinas obrigatórias e optativas de seu curso. Assim como realizar o estágio obrigatório.

Por outro lado, tanto o desenvolvimento do projeto quanto sua apresentação somam como horas complementares dos cursos. Ou seja, o tempo dedicado a pesquisa também é considerado durante a graduação.

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Como é a Iniciação Científica na prática?

Durante a Iniciação Científica o aluno passar por um treinamento sobre metodologia científica. Recebe a orientação de um professor que desenvolve pesquisas em sua área de interesse.

Essa área abrange diversas esferas do conhecimento, tais como:

  • Artes;
  • Educação;
  • Engenharias;
  • Comunicação;
  • Ciências Biológicas;
  • Saúde; 
  • Tecnologia; entre tantas outras.

Durante os meses dedicados a Iniciação Científica, o aluno realizará determinadas atividades, como por exemplo:

  • Pesquisas bibliográficas,
  • Coleta e análise de dados;
  • Produção de relatórios, entre outras atividades.

É válido ressaltar que o professor pesquisador que acompanha o aluno na Iniciação Científica nem sempre é docente do curso de graduação. Pode ser também um bolsista de pós-doutorado. No entanto, é necessário que o orientador esteja vinculado a alguma instituição de ensino superior.

Quais as vantagens da Iniciação Científica?

O aluno que participa de um projeto de Iniciação Científica possui um contato bem maior com o universo acadêmico e com as práticas de pesquisa. Isso faz com que ele tenha mais familiaridade com esse tipo atividade. E, consequentemente, maior facilidade em concluir um mestrado, por exemplo

Mas as vantagens de ingressar e participar de um projeto como esse vão muito além disse. Veja só:

Rendimento acadêmico superior

O aluno que participa de um programa de Iniciação Científica é preparado por seu orientador a buscar soluções para determinado problema. 

Para isso, ele é capacitado para formular hipóteses, estabelecer estratégias e se apoiar em metodologias para comprovar ou não aquelas mesmas hipóteses formuladas. Tudo isso exige desse aluno muito estudo e capacidade analítica e argumentativa sobre os resultados obtidos.

Todo esse processo estimula e desenvolve algumas características importantes de um futuro profissional, tais como:

  • Criatividade;
  • Autonomia;
  • Inovação;
  • Capacidade analítica; entre outras.

E isso é possível graças às fontes de pesquisas e referências que esse aluno precisa consultar. Além, é claro, da troca de ideias com seu orientador e demais participantes do projeto.

Como resultado, esses alunos têm mais facilidade em produzir melhores trabalhos, realizar provas de interpretação e seminários. Além de produzir TCCs – Trabalho de Conclusão de Curso – com mais relevância.

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Facilidade no ingresso de Mestrado e Doutorado

Um dos requisitos da Iniciação Científica é a elaboração de um artigo científico para publicação em revistas especializadas. Essa é uma tarefa que exige muito dos estudantes, ao mesmo tempo em que estimula a escrita e a discussão de ideais de forma objetiva.

Tudo isso, é fundamental para que esse aluno possa, futuramente, ingressar em um programa de pós-graduação, como mestrado e doutorado. Afinal de contas, o desenvolvimento do projeto de Iniciação Científica e o artigo publicado são fatores extremamente importantes. e

Essas atividades podem facilitar a entrada em um desses programas.

Vantagem no mercado de trabalho

Não é porque um aluno optou pela Iniciação Científica durante a graduação que ele deverá seguir apenas pela docência ou pesquisa. Envolver-se com esse tipo de programa também ajuda esse futuro profissional a ingressar no mercado de trabalho e conquistar um bom emprego.

É que determinadas qualidades desse futuro profissional, tais como a organização, capacidade analítica, criatividade e objetividade, também são bastante desejadas no mercado de trabalho.

Isso tudo, sem falar na maturidade intelectual e capacidade de buscar soluções que esse aluno acaba desenvolvendo.

Além de ser um ponto importante no currículo, essas características e habilidades podem ser essenciais durante um processo de seleção. 

Ou seja, além de ser extremamente importante para quem deseja atuar no meio acadêmico, a Iniciação Científica também traz vantagens para quem quer se profissionalizar no mercado de trabalho.

Grandes oportunidades na Iniciação Científica

Agora que você já sabe como funciona um programa de Iniciação Científica e as vantagens de participar de um desses projetos, é hora de planejar o seu futuro acadêmico. 

Para isso, a dica é pesquisar por universidades que oferecem o programa, como a Estácio, por exemplo, e entender o que é preciso para ingressar em um desses processos.

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